LAVRAS

A casa comercial amarela na beira da estrada do Sr. Vitor Pires.


As ruínas ficam localizadas em Lavras na antiga estrada colonial de tropas que ligava Rio Bonito a Silva Jardim, Casemiro, Cachoeiras de Macacú, Japoíba, e os sertões de e Cantagalo.

Antiga sede da fazenda bicentenária do Tenente Coronel da guarda nacional do império , senhor de engenho Joaquim Rodrigues Braga.

Segundo os documentos encontrados de hipotecas do ano de 1865, localizados no cartório de notas do 1º Ofício de Rio Bonito,  a propriedade foi avaliada em mais de 40 contos de réis, em transação realizada entre o coronel e o seu parente Cândido José Rodrigues Torres, comerciante no Rio de Janeiro, irmão do visconde de Itaboraí,

Nesse documento vem descrito as características da propriedade formada pela casa de vivenda edificada em formato de sobrado, com baldrames de pedras em paredes frontais, com esteios de madeira, forrada e assoalhada. 
Haviam as casas de engenho de açúcar e aguardente, o engenho de café, farinha, as senzalas e um número de escravizados superior a 58 indivíduos entre jovens, adultos e crianças.


 Pesquisa: Dawson Nascimento da Silva.

Ruínas do Engenho de Lavras. Século XVIII (?)

IHGI. O caminho de Lavras para as Minas de Cantagalo