Brasão de Armas:

Escudo dividido em 3 quartéis com borda em purpura e ouro nas extremidades, sustentado por dois grifos em ouro.

No quartel superior do escudo, em azul celeste, repousa ao centro um águia de asas abertas com a cabeça virada para esquerda, e acompanhada do lado direito de uma espada, e do lado esquerdo uma flecha.

No quartel inferior esquerdo, em ouro, repousa um pergaminho com uma pena.

No quartel inferior da direita, em prata a rosa dos ventos em prata. Sobre o escudo está disposta uma faixa azul celeste com a inscrição latina em ouro “ PRAEPARATIO GRATIA ET CRVZ DOMIMNI. HOC OPVUS PERFECET”. Sob o escudo está disposta uma faixa em azul celeste com a inscrição em português “ INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO ITABORAHYENSE”.


Simbolismo: 

Os grifos: figura mitológica da sabedoria.

A águia: o município de Itaborahy

A flecha: as tribos de tupinambás que habitaram o território.

A espada: a igreja Matriz de São João Batista.

O pergaminho e pena:  o instrumento de oficio do historiador.

A rosa dos ventos:  representa os quatro sentidos fundamentais e intermediários para localização sobre a superfície terrestre.

A legenda em latim: incrição contida na cartela oval na torre da Ordem Primeira do Convento de São Boaventura da Vila de Santo Antônio de Sá. “Não era gramático o autor da inscrição, já se vê. Quis, contudo, empregar a bela língua de Cícero para dizer à posteridade que, se não faltaram na construção o próprio trabalho e graça de Deus, tão pouco faltaram os aborrecimentos e contrariedade – Crux domini ...” ROWER, Basílio – História da Província da Imaculada Conceição. 

Assim como na construção do Convento de Boaventura, se não faltaram Graça Divina, tampouco faltaram os aborrecimentos na fundação e consolidação do IHGI como instituição da sociedade civil organizada.