Casa de Banho de D. João VI

Originalmente uma casa de chácara privada, a construção pertencia à família Tavares Guerra. Ficou conhecida como Casa de Banho de Dom João após ter sido usada pelo monarca para se hospedar enquanto realizava um tratamento medicinal que consistia em banhos de mar. Para quem hoje visita o local, afastado da orla da baía em consequencia dos aterros para criação do porto, é difícil acreditar que naquela época em frente à casa existia uma praia de águas límpidas. 

Tombada pelo IPHAN desde 1938, a volumetria simples do edifício, com telhado de quatro águas e janelas ritmadas são características típicas do período colonial. O acesso principal da casa se dá através de alpendre voltado para um pátio interno, onde se chega ao atravessar o grande arco com marco em pedra da fachada voltada para a rua. 

Em 1996 o local passou a ser administrado pela COMLURB (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), que restaurou a construção e a transformou no Museu da Limpeza Urbana. Atualmente, no entanto, o espaço encontra-se fechado à visitação.  

Ano Projeto/Ano Construção/Final do séc. XVIII/ início do séc.XIX

Praia do Caju, 385. Rio de Janeiro

Fonte: ARQRIO blog . Acesso em 07/07/2020

Textos: Wikipédia

Casa de Banho de D. João. Visita em 2020.

Vídeo feito com um mini drone em 07/07/2020, onde se vê do exterior as colunas toscanas. As fotos do interior são provenientes do blog ARQRIO

Colunas toscanas. A ordem toscana é desenvolvida na época romana e sendo uma simplificação de mesmas proporções do dórico. A coluna apresenta base circular, o fuste é liso, sem caneluras, e o capitel simples, com aneletes(toros).As colunas dessa ordem são separadas por grandes distâncias. ( Wikipedia)