Sobre o Chalé Mutuapira


. Segundo história local, possuía escravos. O que chama a atenção  no chalé são as colunas  toscanas que nos remetem à introdução do neoclassicismo pelas missões artísticas francesas e ao grande arquiteto da academia Imperial de Belas Artes Grandjean de Montigny. 


Esse bem cultural foi inventariado pelo INEPAC e FUNDREM (Fundação para o Desenvolvimento da Região Metropolitana do Rio de Janeiro) – criada pelo Governador Faria Lima, (nomeado interventor na época da fusão do ERJ e Estado da Guanabara), pelo Decreto 18/1975. A FUNDREM funcionou com técnicos de alto nível fazendo planejamento urbano da Região Metropolitana do Estado por 14 anos, até ser extinta por um Governador eleito – Moreira Franco – em 1989 (Decreto 13.110/89).“Construção com partido característico de chácara. Valorização da simetria, com salas e varandas no corpo central e em ambos os lados. O gosto romântico marcado pela movimentação das águas do telhado integra-se ao tipo de composição neoclássica com a valorização do corpo central da fachada, composto por 4 pilares e frontão. É importante ressaltar a utilização dos materiais locais como alvenaria de tijolos e a existência de pisos cerâmicos nos cômodos de uso doméstico. Época: final do séc. XIX início do séc. XX. Estado de conservação: ruim. Grau de caracterização: preservado. Sofreu um acréscimo na parte de serviço e atualmente está sendo construído um banheiro onde era a varanda posterior. Denominação e localização: “Chalé“ -Estrada Municipal IB-10 no entroncamento com IB-50, Tanguá (5° Distrito).“Inventário dos Bens Culturais do Município de Itaboraí, FUNDREM, 1982.

Fonte: https://www.facebook.com/tanguamemoriaepatrimonio/

Centro de Memória e Patrimônio de Tanguá 

Visita do Instituto Histórico Geográfico Itaboraíense em 2015 (?)

As colunas estilo neoclássico.

Oratório.

Fogão a lenha.

Interior da casa e telhado.

Máquina de costura Singer

Visita ao Chalé Mutuapira. Tanguá. RJ

Visita em 2015

Ação Solidária Cultural . 07 de Setembro de 2020